terça-feira, 20 de dezembro de 2016
Práticas alimentares e corporais de mulheres obesas: tema de pesquisa da ENSP
Sexualidade, Saúde e Sociedade - Revista Latino-Americana acaba de publicar a sua novo número
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novo número
http://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/SexualidadSaludySociedad .
O seguinte mostra a tabela de conteúdo, então você pode visitar
consulte o nosso site para artigos que são de interesse.
Sexualidade, Saúde e Sociedade Revista Latinoamericana
sexualidadsaludysociedad@gmail.com
novo número
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Sexualidade, Saúde e Sociedade Revista Latinoamericana
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sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
17/12- CONVITE Festival Em Defesa do Programa De Braços Abertos
3a Intervenção de Resistência: Festival em defesa do Programa de Braços Abertos- por políticas de cuidado em liberdade
Criado em 2014 pela prefeitura de São Paulo para abordar a problemática da região conhecida como “Cracolândia”, o Programa Intersecretarial De Braços Abertos é uma iniciativa conjunta das secretarias de Saúde (SMS), Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS), Trabalho e Empreendedorismo (SDTE), Segurança Urbana (SMSU), Desenvolvimento Urbano (SMDU) e Direitos humanos e Cidadania (SMDHC) do município.
Pautado na defesa do cuidado em liberdade e na Redução de Danos, o Programa atua na complexidade da questão, compreendendo que o uso de drogas no contexto da vulnerabilidade social extrapola o campo da saúde e da segurança pública e necessariamente acorda o debate da esfera dos direitos humanos: não se trata de prender ou internar, mas de garantir direitos.
Criado em 2014 pela prefeitura de São Paulo para abordar a problemática da região conhecida como “Cracolândia”, o Programa Intersecretarial De Braços Abertos é uma iniciativa conjunta das secretarias de Saúde (SMS), Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS), Trabalho e Empreendedorismo (SDTE), Segurança Urbana (SMSU), Desenvolvimento Urbano (SMDU) e Direitos humanos e Cidadania (SMDHC) do município.
Pautado na defesa do cuidado em liberdade e na Redução de Danos, o Programa atua na complexidade da questão, compreendendo que o uso de drogas no contexto da vulnerabilidade social extrapola o campo da saúde e da segurança pública e necessariamente acorda o debate da esfera dos direitos humanos: não se trata de prender ou internar, mas de garantir direitos.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2016
Imprensa destaca dados de pesquisa sobre aborto clandestino
Em entrevista ao programa Fantástico, da Rede Globo, a antropóloga e docente do Programa de Pós-Graduação em Bioética, Ética Aplicada e Saúde Coletiva, Debora Diniz falou sobre a Pesquisa Nacional de Aborto, realizada pela UnB. A pesquisa, que entrevistou 2 mil mulheres, entre 18 e 39 anos, nas áreas urbanas do país, fez a seguinte pergunta: Você ou alguém da sua família já fez um aborto clandestino? Segundo Debora, os números são alarmantes. Só no ano passado, meio milhão de brasileiras passaram por um aborto ilegal e apresentam histórias parecidas de riscos e de traumas. A pesquisa indicou que, ao final da vida reprodutiva, mais de uma em cada cinco mulheres já fizeram aborto, ocorrendo os abortos em geral entre 18 e 29 anos. Além disso, não foi observada diferenciação relevante na prática em função de crença religiosa, mas o aborto se mostrou mais comum entre mulheres de menor escolaridade. O uso de medicamentos para a indução do último aborto ocorreu em metade dos casos e a internação pós-aborto foi observada em cerca de metade dos casos.
A tendência à criminalização do aborto pode estar dando sinais de mudança no país. No último mês, o Papa Francisco autorizou os padres da igreja católica a perdoarem mulheres que tenham feito aborto. Na última semana, uma decisão do Supremo Tribunal Federal apontou que o aborto, até o terceiro mês de gestação, não é crime. Este foi somente um caso, mas especialistas na área acreditam que a decisão pode influenciar outros juízes a julgarem outros casos de aborto. “A mulher que faz aborto é uma mulher comum, que já tem filhos, tem religião e que sabe o que está fazendo. Portanto, o aborto deve ser prioridade na agenda da saúde pública nacional”, disse Debora Diniz.
Ainda este mês, a descriminalização do aborto estrará novamente em pauta no Supremo Tribunal Federal. No entanto, agora, será julgada uma ação que solicita que gestantes de criança com microcefalia tenham o direito de interromper a gravidez.
Link da reportagem: http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2016/12/em-2015-meio-milhao-de-brasileiras-passaram-por-aborto-ilegal.html
Mais informações:
sexta-feira, 9 de dezembro de 2016
[Ética na administração municipal] Conheça a nova cartilha da Controladoria
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Plano Municipal de Educação em Direitos Humanos
Nessa
quarta-feira (08/12) foi publicado, no Diário Oficial, o decreto que institui o
Plano Municipal de Educação em Direitos Humanos. O documento tem como objetivo
consolidar e institucionalizar as experiências na área em curso na cidade. A
partir de uma iniciativa da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e
Cidadania (SMDHC), por meio da Coordenação de Educação em Direitos Humanos, em
parceria com a Secretaria Municipal de Educação (SME), a elaboração do
documento contou com ampla participação social, por meio de consultas públicas
tanto na esfera governamental quanto em relação à sociedade civil.
Prorrogado- Edital de Chamamento Público: Projeto "Jovens Multiplicadores de Formação em Direitos Sexuais e Reprodutivos", na Cidade Tiradentes
Edital de Chamamento Público: Projeto "Jovens Multiplicadores de Formação em Direitos Sexuais e Reprodutivos", na Cidade Tiradentes, prorrogado até 13 de dezembro
As inscrições para a seleção e a contratação de uma instituição sem fins lucrativos para organizar o planejamento das ações e atividades do Projeto “Jovens Multiplicadores de Formação em Direitos Sexuais e Reprodutivos”, na Cidade Tiradentes, zona Leste do município de São Paulo, foram prorrogadas e devem ser feitas até 13 de dezembro, das 10h às 17h, de segunda a sexta- feira, na Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres, na rua Libero Badaró, 293, 8º andar- bloco D, Centro, São Paulo. Consulte o edital AQUI.
Sob coordenação da SMPM, a entidade selecionada ficará responsável, entre outras atividades, por realizar oficinas e rodas de conversas sobre gênero e direitos sexuais reprodutivos para professoras/es, profissionais de saúde e alunas/os das escolas públicas da Cidade Tiradentes. Para as/os alunas/os, deverá também fazer oficinas de educomunicação (metodologia pedagógica que propõe uso de recursos tecnológicos modernos e técnicas de comunicação na aprendizagem através de meios de mídia, multimídia, colaborativa e interdisciplinar).
quarta-feira, 7 de dezembro de 2016
Prematuridade provocada por intervenção médica chega a 40% no Brasil
Imprensa destaca dados de pesquisa sobre aborto clandestino
Especialização em Gênero, Sexualidade e Direitos Humanos oferece 20 vagas
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