quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Novo anticorpo é capaz de diminuir carga do vírus HIV no sangue


SELO SINASC 2016 - Últimas correções

Lembramos que até 31 de janeiro todos os campos avaliados no SELO SINASC 2016 devem ser preenchidos e/ou corrigidos no SINASC , ou justificados no MONITORA.

Para consultar as DN com pendências acessar o MONITORA SINASC: http://www.sinasc.saude.prefeitura.sp.gov.br/monitora/

Atenção: se corrigir no SINASC, não precisa justificar no MONITORA.

Justificar somente as DN com campos ignorados/ em branco/inconsistentes de acordo com o prontuário, para que o dado não continue como inconsistente no MONITORA.

Estamos à disposição para dúvidas.


Gerência do SINASC.

Programação de cursos - Inscrições abertas de 17 a 23 de janeiro


CURSOS COM INSCRIÇÕES ABERTAS DE 17 A 23 DE JANEIRO

Curso/Evento
Datas
Público-alvo
Inscrições

Eixo: Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação
24/1 ou 27/1 (9h às 13h / 13h às 17h)

(Carga horária: 4h)
Agentes públicos da PMSP que atuem com processos administrativos.
Até as 23h de
19 de janeiro
(Ou até as vagas esgotarem)

27 de janeiro, das 13h às 15h / 15h às 17h

(Carga horária: 2h)
Concluintes do Módulo Básico.
Até as 23h de
19 de janeiro
(Ou até as vagas esgotarem)

14 de fevereiro, das 14h às 18h

(Carga horária: 4h)
Agentes públicos e sociedade civil, com envolvimento em ações de transparência e de fomento à participação popular.
Inscrições prorrogadas
Até as 23h de
23 de janeiro


Eixo: Planejamento e Gestão de Políticas Públicas

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Os estupros são coletivos, mas a sociedade não se sente responsável

Texto de Bia Cardoso para as Blogueiras Feministas.
Esse mês este blog fez 6 anos. Fui olhar rapidamente os textos que publicamos esse ano. Publicamos muito sobre violência contra a mulher, e desde 2012, temos publicado vários textos sobre estupros coletivos. Uma realidade que sabíamos existir, mas que parece ter sido descoberta recentemente pela mídia devido a quantidade de casos que foram noticiados nos últimos tempos no Brasil e no mundo.
Para a maioria das mulheres não é fácil ler, nem mesmo pensar sobre casos de estupro. Muitas vezes nos perguntamos porque nem mesmo amigas feministas estão divulgando o “caso de estupro coletivo do mês”. E a resposta é que muitas não tem mais estômago para ir além das manchetes. E, nesse momento, falo de mulheres que nunca foram estupradas. Não me atrevo a tentar imaginar como se sentem as muitas mulheres que viveram — ou que ainda vivem — essa realidade violenta e brutal.
Se falamos tanto sobre estupros, por que essa ainda é uma violência tão próxima de tantas mulheres? Por que a violência sexual ainda é minimizada? Por que as pessoas ainda culpabilizam a vítima? Podemos resumir tudo em machismo, mas sabemos que não é só isso. Também nos perguntamos, desde o ano passado, o que leva milhares às ruas na Argentina e em outros países da América Latina? O que falta para que as pessoas no Brasil se indignem da mesma forma?

Controle médico e controle penal: violações de direitos humanos de mulheres em sofrimento mental autoras de delito

Controle médico e controle penal: violações de direitos humanos de mulheres em sofrimento mental autoras de delito[1]

Rachel Gouveia Passos
Ludmila Cerqueira Correia
Olívia Maria de Almeida

Introdução

O modelo de tratamento destinado às pessoas em sofrimento mental autoras de delito historicamente se pautou na segregação e na violação de direitos e não assimilou as diretrizes da Reforma Psiquiátrica brasileira e os princípios dos direitos humanos. Essa população permanece estigmatizada em instituições carcerárias e manicomiais, duplamente marcada pelo crime que cometeu e pelo diagnóstico que lhe foi atribuído.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Haverá espaço para as mulheres num mundo feito para os homens?


Publicação original de Nexo Jornal: https://www.nexojornal.com.br/ensaio/2017/Haver%C3%A1-espa%C3%A7o-para-as-mulheres-num-mundo-feito-para-os-homens

Isamara Filier já havia buscado por cinco vezes a Delegacia Especializada de Atendimento às Mulheres (Deam) para realizar denúncia contra o seu ex-marido, Sidnei Ramis de Araujo, antes de ser vítima da chacina promovida por ele na cidade de Campinas (SP) durante festa de réveillon, marcando o início de 2017 com um grande ato de feminicídio. Além dela, outras mulheres foram assassinadas pelos seus companheiros ou ex-companheiros nas celebrações de ano novo, como Renata Rodrigues Aureliano, em Campestre (MG).

O STF deu um voto favorável aos direitos das mulheres, e você?

Texto de Bia Cardoso para as Blogueiras Feministas.
São tempos áridos para quem luta por Direitos Humanos. Um governo ilegítimo comandando o país, o Congresso mais conservador desde 1964. É possível confiar nas instituições? É possível colocar em prática ações que objetivam um mundo mais democrático e inclusivo?
Então, no dia em que o país estava de luto devido a um trágico acidente aéreo, no dia em que o Senado Federal aprovou a PEC 55 que irá paralisar de inúmeras formas os avanços sociais no Brasil, no dia em que a Câmara Federal deu seu “jeitinho brasileiro” para autorizar a corrupção, surge uma notícia sobre uma decisão no Supremo Tribunal Federal: Aborto até o terceiro mês não é crime, decide turma do Supremo.
Saiba mais