terça-feira, 29 de outubro de 2013

Capacitação a distância em Democracia e Gênero

Fortaler as políticas públicas para as mulheres e sua implementação nas áreas de gênero, feminismo e participação política, é o objetivo da parceria estabelecida entre o IBAM e a SPM no lançamento do Programa de Capacitação a Distância em Democracia e Gênero, composto por três cursos (leia mais+)

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Curso: Igualdade de Gênero II

Curso: Igualdade de Gênero II
OBJETIVO: O presente curso tem como objetivo geral abordar conceitos, retomar fatos históricos e discutir políticas públicas relacionadas à temática da igualdade de gênero, tendo como foco principal as demandas do movimento LGBT.

CARGA HORÁRIA: 25 horas-aula (10 encontros de 2,5 horas).

LOCAL: Câmara Municipal de São Paulo – Sala Tiradentes (8º andar) e Sala B - Oscar Pedroso Horta (1º subsolo).

DATA: 05/novembro a 05/dezembro de 2013 – terças e quintas-feiras.

HORÁRIO: das 19h às 21h30.

CONTATOS GERAIS: email - escoladoparlamento@camara.sp.gov.br / Tel: (11) 3396-4020 / 3396-4960.
Site: www.camara.sp.gov.br – Escola do Parlamento. (O vídeo/áudio das aulas é transmitido ao vivo pela internet em “Auditórios Online” e fica disponível para acesso em “Galeria de Vídeos”).
Inscrições: 25/10 a 1º/11 (ou até perdurarem as vagas).

Clique aqui para inscrever-se

ESTRUTURA E CONTEÚDO (sujeitos a alterações):


DataTemaPalestrante

05/11
(19h às 21h30)
Sala Tiradentes

O que é perspectiva de gênero?
Conceitos de construção social dos papéis de gênero, identidade de gênero, orientação sexual e diversidade sexual humana
Dario Neto

07/11
(19h às 21h30)
Sala B

Movimento LGBT e a homossexualidade através dos séculos
A elaboração da homossexualidade ao longo da trajetória da civilização humana. Histórico do movimento LGBT no mundo e no Brasil

Marília Pacios

12/11
(19h às 21h30)
Sala Tiradentes

A Construção do Estado Laico
A liberdade de crença em relação às outras liberdades individuais
Joana Zylbersztajn


14/11
(19h às 21h30)
Sala B


Participação e Representação Política LGBT

Rute Alonso da Silva

19/11
(19h às 21h30)
Sala Tiradentes

A Constituição e os direitos LGBT;
A Constituição de 1988 e o respeito à diversidade; marcos internacionais de defesa dos direitos LGBT
Paulo Iotti

21/11
(19h às 21h30)
Sala B

Intersecções entre o debate feminista e LGBT: combate ao machismo e atuação do Movimento Lésbico
Rita Quadros

26/11
(19h às 21h30)
Sala Tiradentes

Mídia e Diversidade: visibilidade e construções das representações LGBT
Gean Gonçalves 
28/11
(19h às 21h30)
Sala B

Transexualidade e Travestilidade: Políticas Públicas de Saúde e Inserção Social


Daniela Andrade 


03/12
(19h às 21h30)
Sala B

Violência Contra LGBT – Conceito, Contexto e Políticas Públicas de Combate
Conceito de homofobia e PLC/2006. Violência física/emocional/institucional/simbólica
  

Luiz Mott
05/12
(19h às 21h30)
Sala B

Políticas Públicas para a Igualdade de Gênero sob a perspectiva LGBT
Fechamento do curso e apontamentos de propostas de políticas públicas LGBT

Gustavo Bernardes

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Preparação para os 20 dias de ativismo - UNIÃO DE MULHERES

No próximo sábado dia 26 de outubro, faremos a primeira reunião para preparar um ato público no dia 23 de novembro para manifestarmos o nosso repúdio a violência sexista e racista
(20 dias de Ativismo pelo dia ativismo em combate a violência contra mulher (dia 25) e dia da Consciência Negra (20 de nov)
A reunião será na União de Mulheres de São Paulo, Rua Coração da Europa, dia 26 de outubro, às 15:00h.
Esperamos vocês todas.



Saudações Feministas,
União de Mulheres de São Paulo

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Sexualidade adolescente como direito?

Sexualidade adolescente como direito?
A partir de discursos de representantes de Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente, Vanessa Leite levanta a questão: se crianças e adolescentes devem ser tratados como sujeitos de direitos e se o exercício da sexualidade vem se configurando como parte dos direitos humanos, a que sexualidade, afinal, tais sujeitos teriam direito? Obra será lançada em 3/10, às 18h30, no Museu da República.
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Camp! Arte e política

Camp! Arte e política
Variações de tom e intensidade e uma particular sensibilidade são capazes de transformar o banal em produção artística e intervenção política. Canonizada por Susan Sontag, a estética camp explora o valor transgressor do exagero, do glamour e do melodrama, desafiando convenções de gênero. Exposição e ciclo de conferências na UERJ destacaram a conexão entre performance, estilo e política sexual.

Por que legalizar o aborto?

Por que legalizar o aborto?
O dia 28 de setembro é marcado pelos movimentos sociais latino-americanos como data de luta pela descriminalização do aborto. Mas por que legalizar o aborto? Para consolidar o Estado laico, aperfeiçoar a democracia e promover os direitos sexuais e reprodutivos e a saúde das mulheres. Leia texto da médica Ana Maria Costa.
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Sexualidade e turismo

Sexualidade e turismo 
Foi lançado o número 10 de Sexualidades, série monográfica eletrônica no campo dos estudos sobre sexualidades nas Américas, publicada simultaneamente em português, espanhol e inglês, com o trabalho de Mauricio List reyes e Alberto Teutle López (in memoriam): Sexo entre homens nas saunas de Puebla: Uma forma de turismo sexual.
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"Antes sem-vergonha do que vítima"

"Antes sem-vergonha do que vítima"
Pioneira na defesa e promoção dos direitos das prostitutas no Brasil, a socióloga Gabriela Leite faleceu na quinta-feira (10/10). Foi uma figura importante na resposta brasileira ao HIV/Aids no primeiro momento da epidemia no país, e na construção de uma perspectiva inclusiva à categoria do trabalho sexual, culminando com projeto de lei que busca regulamentar e assegurar direitos da classe.

domingo, 13 de outubro de 2013

Universidade Livre Feminista- Últimas Notícias

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quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Autoestima, Feminismo e contradições de cada dia


Texto de Isabela Casalotti.
Sabe os padrões de beleza? Aqueles que já conhecemos e tanto criticamos. Isso, as capas de revistas, a gordofobia, o racismo, o sexismo, a cis-hetero-normatividade, o capacitismo… Esses estão na ponta da língua de nossas críticas. Nós, feministas, olhamos com admiração as mulheres empoderadas com seus corpos. Depois de um acolhimento, sabemos o que dizer para aquela amiga que diz estar descontente com sua aparência física.
Até que você, feminista, louca de vontade de tirar a roupa e ir a praia, olha no espelho e se desespera. Simplesmente se acha feia porque está fora dos padrões. Isso, aqueles lá: falta aqui, sobra ali, celulite, estria, varizes, pelos, cravos, “defeitos”. Cada detalhe ali, que no discurso é “parte de você, da sua história”, a seus olhos é a autoestima descendo ladeira abaixo.
A julgar pelas postagens cotidianas que vejo nas redes sociais, arrisco dizer que não sou feminista solitária nesse barco. E compartilho meu desabafo de como é encontrar-se nessa contradição. Olho para a amiga gorda e acho linda. Por que, então, me encolho quando uma mão carinhosa se aproxima da minha barriga?
A Kindumba da A.N.A, por Chiquinha no Facebook.A Kindumba da A.N.A, por Chiquinha no Facebook.
Dia desses, no meio de uma crise de baixa autoestima, com muitos ataques e críticas pesadas a mim mesma, uma pessoa querida disse: “se você se acha feia por ter engordado é porque, de alguma forma, considera que ser gorda é feio”. Eis que a contradição se revelou óbvia. Oras, se esperneio porque meu cabelo está crespo, é porque acho, em algum nível, que cabelos crespos não são bonitos. Isso vale para qualquer parte do corpo.
E a contradição dói. Porque racional e conscientemente acho todas as mulheres bonitas. Para olhar além disso, tem que ter um pouco de coragem para entender o que e por que está sendo reproduzido. Reproduzir os padrões é reproduzir as opressões mais estruturais e isso é feito o tempo todo. Por onde andamos encontramos receitas infalíveis para enquadrar.
Você conta que engordou dez quilos nos últimos seis meses. É o pão, é a cerveja, é emocional, é falta de academia. Você tem usado drogas? É o anticoncepcional, melhor parar. Não pare de tomar anticoncepcional, vai ficar cheia de espinha. Não coma batata, não beba suco de laranja, é calórico, sabia? Use quinoa, linhaça, chá, shake, chia. Foi o que eu ouvi. E fico pensando no que as pessoas obesas ouvem por aí.
Negahamburger por Evelyn no Facebook.Negahamburger por Evelyn no Facebook.
Essas pressões podem dialogar diretamente com as opressões estruturais e com questões individuais. Existir corpos que são considerados desajustados somado com alguma necessidade de aceitação, aprovação, ou outras tantas questões subjetivas, pode ser o casamento perfeito da baixa autoestima, e vai na contramão do empoderamento.
Voltar a me achar uma mulher linda virou mais do que uma necessidade pessoal: é necessidade política. Amar a mim mesma é amar todos os corpos, todas as pessoas e talvez uma das maiores conquistas feministas. É por mim e por todas as mulheres e corpos não enquadrados. É por liberdade.
Convido tod@s a fazerem esse exercício, o de olhar para seu corpo como a todos, como uma bandeira feminista. E deixo de sugestão alguns textos e trabalhos altamente empoderadores:
Além disso, você pode ajudar o: Projeto Beleza Real por Negahamburger. Essa campanha pretende materializar o sonho de fazer um livro de ilustrações baseado em relatos de mulheres reais que buscam a liberdade de ser, de viver sua própria beleza, livre de padrões e preconceitos.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Patologização e normatividade

Patologização e normatividade
Sessão ocorrida durante a IX Conferência IASSCS debateu o modelo de medicina sexual que tem prevalecido atualmente. Para pesquisadores, a saúde sexual tem sido privilegiada pelo olhar biomédico que desconsidera uma visão mais integral da sexualidade e favorece representações heteronormativas. O papel da indústria farmacêutica nesse processo também foi discutido.| Leia reportagem completa em notícias CLAM |_

VII Congresso Internacional de Estudos sobre a Diversidade Sexual e de Gênero

VII Congresso Internacional de Estudos sobre a Diversidade Sexual e de Gênero
A Associação Brasileira de Estudos da Homocultura (ABEH) promove VII Congresso Internacional de Estudos sobre a Diversidade Sexual e de Gênero, de 7 a 9 de maio de 2014. Confira os prazos para inscrições de simpósios temáticos e apresentação de pôsteres.

As inscrições de simpósios temáticos vão de 01/10 a 01/12/2013. Para a apresentação de pôsteres, as inscrições estarão abertas a partir 17/12/2013.

Para se inscrever no evento, clique aqui.

Mais informações pelo email abeh2014@furg.br.

Por que legalizar o aborto?

O dia 28 de setembro é marcado pelos movimentos sociais latino-americanos como data de luta pela descriminalização do aborto. Mas por que legalizar o aborto? Para consolidar o Estado laico, aperfeiçoar a democracia e promover os direitos sexuais e reprodutivos e a saúde das mulheres. Leia texto da médica Ana Maria Costa.
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